Paulo Esteves-Veríssimo 
KAUST, CEMSE, RC3 (Resilient Computing and Cybersecurity Center)
ShortBio:

Paulo Esteves-Veríssimo is a professor at KAUST University (KSA) and Director of its Resilient Computing and Cybersecurity Center (https://rc3.kaust.edu.sa/), and research fellow of SnT at the Univ. of Luxembourg (UNILU). Previously, he has been a professor and FNR PEARL Chair at UNILU and Head of the CritiX lab (https://wwwen.uni.lu/snt/research/critix). He was a member of the Sci&Tech. Comm. of ECSO EU Cyber Security Org., Chair of IFIP WG 10.4 on Dependable Comp. and F/T, and vice-Chair of the Steer. Comm. of the DSN conference. He is Fellow of IEEE and of ACM, and associate editor of the IEEE TETC journal, author of over 200 peer-refereed publications and co-author of 5 books. He is currently interested in resilient computing, in areas like: SDN-based infrastructures; autonomous vehicles; distributed control systems; digital health and genomics; or blockchain and cryptocurrencies.
Find his works on GSC: https://scholar.google.com/citations?user=aMHx8aUAAAAJ&hl=en


Keynote (transmissão em https://www.facebook.com/isel.pt)

Resilience is the Cybersecurity of the XXI century!

And here's why…

Abstract

In a nutshell, Resilient Computing is a new paradigm based on modelling, architecting and designing computer systems to achieve the following: built-in baseline; defense against virtually any quality of threat, be it accidental faults, design errors, cyber-attacks or unexpected operating conditions; incremental protection and automated adaptation to a dynamic range of threat severity; unattended and sustainable operation. The threat landscape of present-day computer and network systems became too uncertain, dynamic and polymorphic to be addressed in a static way by isolated disciplines such as security or dependability. For these reasons, Resilient Computing will be a game changer in the craft of designing robust computer systems of today and future. Having been part of teams that pioneered distributed fault and intrusion tolerance and resilient computing, I am absolutely convinced of the power of this paradigm. Researchers, practitioners, organisations, or nation-states mastering this paradigm will be at the forefront of cyberspace technology. I will motivate the need for stronger defenses than we have today in classic cybersecurity or dependability approaches, and will describe some approaches and results from the later years in my teams.

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Lino Santos 
Centro Nacional de Cibersegurança
ShortBio:

Lino Santos é coordenador do Centro Nacional de Cibersegurança e membro designado ao conselho de administração da Agência Europeia de Cibersegurança – ENISA. Mestre em Direito e Segurança pela Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa, licenciado em Engenharia de Sistemas e Informática pela Universidade do Minho.
Foi diretor de Segurança e Serviços à Comunidade na Fundação para a Computação Científica Nacional, diretor do serviço de resposta a incidentes de segurança informática CERT.PT, oficial de ligação nacional à ENISA e Membro da Comissão instaladora do Centro Nacional de Cibersegurança.


Keynote (transmissão em https://www.facebook.com/isel.pt)

Ecossistema nacional e europeu de ciberseguranca

Os incidentes de cibersegurança têm vindo a crescer em número e sofisticação. Múltiplos agentes de ameaça e utilizam as fragilidades dos sistemas de informação e a iliteracia digital dos cidadãos para conduzir com diversos objetivos que vão desde a reputação entre pares dentro de um grupo hackers até à espionagem de Estado. Responder a este complexo espectro de conflitos é uma responsabilidade partilhada por um conjunto de entidades com competências operacionais no ciberespaço nos domínios da proteção, prossecução criminal, informações, diplomacia e guerra. Com vista a melhorar a resiliência dos sistemas de informação e a autonomia estratégica no espaço da União, a proposta, ainda em discussão, da nova Estratégia Europeia para a Cibersegurança prevê a reunião e articulação deste conjunto de competências através de uma nova unidade conjunta de cibersegurança.

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Paulo Avelino Barreto Marques
Microsegur
ShortBio:

Diretor do Departamento de Inovação e Tecnologia da Microsegur, com 29 anos de experiência em Electrónica e Ciências da Computação, em diversas empresas portuguesas, com trabalhos desenvolvidos em áreas como Telecomunicações, Tecnologias da Informação, Inteligência Artificial e Robótica. Licenciado em Informática (Universidade Autónoma de Lisboa) e em Engenharia Electrotécnica (Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra). Tem também uma pós graduação no Programa Avançado de Gestão para Executivos da Universidade Católica.


Keynote -- Sessão Industrial (transmissão em https://www.facebook.com/isel.pt)

Desafios que se apresentam à segurança de pessoas e bens no contexto da Transformação Digital 

Abstract

A Microsegur está fortemente empenhada em alinhar a sua oferta com as tecnologias e paradigmas que impulsionam a chamada Transformação Digital. Neste contexto, posiciona-se como um relevante parceiro tecnológico das Empresas no seu processo de Transformação Digital nas áreas da Internet das Coisas, Soluções em Cloud e Mobilidade, com um especial enfoque na segurança de pessoas e bens e no aumento da eficiência e eficácia dos processos de negócio, desenhando soluções integradas de vigilância avançada, sensorização, localização em tempo real, autenticação e gestão de acessos e analítica de dados.

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João Tremoceiro
Câmara Municipal de Lisboa
ShortBio:

João Tremoceiro é licenciado em Engenharia Biofísica pela Universidade de Évora e pós-graduado em Ordenamento do Território e Gestão de Recursos pelo Instituto Superior Técnico em Lisboa. Foi responsável por diversos serviços no município de Lisboa e é atualmente Chief Data Officer e Diretor do Centro de Gestão e Inteligência Urbana de Lisboa


Keynote -- Sessão Industrial (transmissão em https://www.facebook.com/isel.pt)

Os dados das cidades

Abstract

As cidades são sistemas complexos que têm de ser geridos de uma forma eficiente e inteligente. Os gestores das cidade têm hoje o desafio de fazer mais e melhor cada vez com menos recursos, de ser proativos na tomada de decisão e de disponibilizarem serviços públicos acessíveis em qualquer lugar e a qualquer hora. Objetivos ambiciosos, que obrigam ao uso de grande quantidade de dados para apoio à decisão. Dados muitas vezes recolhidos em tempo real e em grande volumes e que levantam novos problemas. Como gerir esses grandes volumes de dados? Como criar valor com os dados? Como assegurar a segurança e respeitando pela privacidade? Como promover a inovação e a transparência com os dados?

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